Sozinha em um castelo que significava praticamente o governo de um terço da Hungria, baixou um regimento interno em seu castelo para punir seus servos e servas. Entre as normas havia em especial decepação das mãos e morte por hipotermia seguida da serventia de seu sangue à mesa de jantar da Condessa, àqueles que executarem mal seu serviço. Lógico que volta e meia Elizabeth julgava serviços mal-feitos apenas para se divertir vendo inocentes sendo mortos lentamente.
Punia com remoção lenta e dolorosa dos intestinos quem derrubasse ou quebrasse qualquer utensílio do castelo, e o corpo era jogado aos porcos famintos, lógico que volta e meia Elizabeth quebrava algo para colocar a culpa em alguém e se divertir vendo inocentes sendo mortos lentamente. Naquela época, servos não tinham direitos, entre seus passatempos prediletos para com seus servos estava:
- Cortar seus dedos;
- Em modo geral, Elizabeth se divertia ao beber sangue humano;
- Fazer pessoas nuas serem arrastadas no pátio de gelo;
- Enxertar pedaços cadavéricos em pessoas vivas;
- Cortar cabeças;
- Arrancar a pele de pessoas vivas;
- Castrar homens;
- Queimar vaginas e pelos pubianos com tochas;
- Atravessar pessoas com lâminas pontiaguda
- Costurar bocas e narizes;
- Fazer pessoas morrerem de fome;
- Dar socos;
- Estuprar;
- Ser estuprada;
- Mergulhar rostos em óleo fervendo;
- Abrir pessoas vivas;
- Esmagar cabeças;
- Sua tortura predileta era esmagar pessoas com um sifão hidráulico e se banhar com os fluidos que se esparramavam.